Pele lisa, olhos sem rugas, bigode chinês quase invisível, poucas manchas. E ela posta foto sem filtro, sem medo, sem vergonha.

Mulher de 50 anos encolhida no sofá à noite, com o rosto iluminado pela tela do celular, olhando as fotos de outras mulheres com o maxilar travado e os olhos apertados de inveja
Uma pontada no peito. Uma raivinha seca. Foto: Editorial

E você sente uma pontada no peito. Uma raivinha seca.

“Deve ser filtro.”

“Deve ter feito plástica.”

“Deve ter dinheiro sobrando.”

A verdade que você engole todo dia: você está com inveja.

E a inveja está te corroendo por dentro, assim como as rugas estão corroendo seu rosto.

Enquanto você sente inveja, elas estão agindo.

Você perde tempo comparando, julgando, duvidando.

  • E as rugas continuam cavando sua testa.
  • Os “pés de galinha” aprofundam a cada dia que você passa sem fazer nada.
  • O “bigode chinês” vira um sulco que parece talhado a faca.
  • As manchas se multiplicam na sua pele como uma praga.

E a maquiagem? Ah, a maquiagem só escancara a diferença.

Na mulher que você inveja, a base assenta. Na sua, ela craquela e mostra cada ruga.

Na dela, o corretivo cobre. No seu, ele escorre para dentro do bigode chinês e marca tudo.

Na dela, o pó sela. No seu, ele gruda nas manchas e dá a impressão de que você esfregou terra na cara.

Macro dividida ao meio: à esquerda, a bochecha de uma mulher de 50 anos com a base assentada em pele firme; à direita, a mesma região no rosto dela, com a base rachada nos pés de galinha, corretivo no bigode chinês e pó em crosta sobre as manchas
Na dela, assenta. Na sua, craquela. Mesma idade. Mesma luz. Foto: Editorial

Sabe por quê? Porque ela não está escondendo. Ela está cuidando.

E você está só tapando o sol com a peneira.

A inveja é um veneno. E você está bebendo ele todos os dias.

Você sente inveja das outras, mas não faz nada para mudar.

Não corre atrás.

Não se informa.

Não age.

Só fica aí, olhando para o espelho com raiva, passando base de R$ 200 que não segura nada, e jurando que “a genética é injusta”.

A mesma mulher no banheiro sob luz fluorescente, com a base já rachada nos pés de galinha e um frasco de base sem marca na mão, encarando o próprio reflexo com raiva
A base de R$ 200 não segura. A raiva, sim. Foto: Editorial

Não é injustiça.

É negligência.

Enquanto você fica aí se comparando, ela está tratando a pele.

Enquanto você fica aí com raiva, ela está prevenindo as rugas.

Enquanto você fica aí duvidando, ela está clareando as manchas.

E o resultado está aí: a pele dela é o que a sua poderia ter sido.

Se você tivesse parado de olhar para os outros e começado a olhar para si mesma.

Você quer continuar sendo a mulher que sente inveja?

Quer continuar vendo as outras brilharem enquanto você se esconde atrás de base que não funciona?

Quer continuar com as rugas, os pés de galinha, o bigode chinês e as manchas, e ainda ter que engolir a humilhação de ver quem se cuidou melhor?

Ou quer, pela primeira vez, sentir orgulho do que vê no espelho?

E fazer as outras sentirem inveja de você?

A escolha é sua. Mas enquanto você fica aí se comparando, sua pele continua piorando.

  • As rugas não esperam.
  • Os pés de galinha não perdoam.
  • O bigode chinês não desanda.
  • As manchas não somem.

Pare de sentir inveja. Faça elas sentirem inveja de você.

Quero fazer elas sentirem inveja de mim

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